Acerca de mim
- Mariana
- é estranho, algo esquecido, apagado, jamais sentido. ficamos melhor separados, eu, tu, apenas, adeus.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sem sentido
relações, mãos dadas, saudades, choros. boneco humano. indo por caminhos errados, 'sem consciência'. sem saber o que é viver, sem coração a bater. tanta arrogância sem motivos que demonstras ter. fraquessas não me enquadram , tristeza já não sigo. da-me tempo para pensar. inferioridade ou superioridade? é a igualdade entre os seres. palavras não me descrevem, olhos não me vêm, nem pessoas não me sentem. é tanta liberdade em que vivo, mas só quero viver em ti, posso? abre os olhos, estas a ser enganado, eu amo, não ela . é a revolta. saudades já sinto, ansiedade vos define. da tua boca lamentações ouço. amor. raiva; sem calma. correm os seres sem remorços. deixem-me espairecer e sentir alegria. por mim eu vivo, a mim eu amo. procuram perfeição, perfeição nem existe. em vida humana só há espaço para um, e é pouco singular. demasiado geral, digo. vivam em conforto. objecto romântico. deitem fora quaisquer palavras, vamos fazer justiça. esqueça-se o passado, morra-se o destino. inspiração vinda de noite. tanta chuva que cai, frio que se sente, sem mais nem menos. o ponteiro deve ter pressa, não tenho horas marcadas. porque sozinha estou, coitada de mim, porque te foste embora. vivo com saudades de recordações, sinto a falta da revolta, a quem dou a mão neste momento? será que sou tão forte que nem a humanidade me compreende. eu sou fraca, por quem me tomas tu. enlouqueci, já só falo comigo mesma. estou sozinha em páginas de caderno que me caracterizam intimamente. liga-me em anónimo, rouba-me os direitos,mas diz que me amas.